Mercados Ontem
No primeiro pregão da semana, o composto europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,96%, aos 236,22 pontos. Os mercados iniciaram a sessão em alta, refletindo o tom otimista que envolveu o fim da reunião dos ministros do G-20 sobre resoluções para o fim da crise. Entretanto, o humor dos investidores foi revertido e permaneceu pessimista até o fechamento, pelas declarações cautelosas do ministro de Finanças alemão, Wolfgang Schaeuble, afirmando que a cúpula da União Europeia do dia 23 não resultará em uma solução imediata para crise da zona do euro.
As bolsas norte-americanas encerraram o dia em queda, impactadas pelas notícias desfavoráveis vindas da Europa. A aversão ao risco dos investidores aumentou após as autoridades alemãs declararem que a próxima cúpula da União Europeia não irá solucionar a crise dos países europeus e o índice Empire State de manufatura em Nova York apresentar números abaixo das expectativas dos analistas. Durante a sessão os números referentes a produção industrial, em linha com as expectativas do mercado não conseguiram trazer otimismo aos investidores, seguindo o sentimento de aversão ao risco durante toda a sessão.
Mercados Hoje
Após um dia de forte queda nos mercados norte-americanos e europeus, o pessimismo com as alternativas de saídas para o aprofundamento da crise europeia continua, mesmo após reunião dos G-20, que planejam anunciar um plano em breve, provavelmente na próxima reunião da cúpula marcada para o dia 23 de outubro em Bruxelas.
Na China foi divulgado o PIB do terceiro trimestre, que mostrou crescimento de 9,1% nesse trimestre na base anualizada, contra esperado de alta em 9,3%. Com isso, as commodities metálicas sofrem, com o cobre caindo mais de 2,0%. Dentro do composto europeu, que recuava por volta de 0,9%, as empresas produtoras e exportadoras de matérias primas foram as mais impactadas, liderando as quedas junto com o setor financeiro, esse último impactado pelo alerta dado ontem (17) pela Moody's sobre o rating AAA da França, que poderá sofrer pressões. Assim, os futuros do S&P também recuavam 0,4%, após as quedas de 2,0% ontem.
No campo das divulgações econômicas, na Alemanha foi divulgado a pesquisa ZEW Center for European Economic Research, que mostrou que o nível de confiança dos investidores na economia caiu ao menor nível em quase três anos nesse mês. O índice ficou em -48,3 contra esperado de -45. Sobre a situação atual da economia, o índice ficou em 38,4 contra esperado pelo mercado em 40.
O índice de preços ao consumidor do Reino Unido mostrou alta de 0,6% na comparação mensal contra esperado pelo mercado de alta em 0,4%. Na comparação anual o índice mostrou alta de 5,2% contra esperado pelo mercado de alta em 4,9%.
Fechamento Ásia
Mercados asiáticos encerram o dia em forte queda, com o composto da região fechando o dia em queda de 2,47%, seguindo a esteira do pessimismo dos mercados norte-americanos e europeus, que ontem (17) recuaram com as declarações de autoridades alemãs sobre a eficácia do pacote de ajuda à Europa, que deverá ser anunciado em breve. O pessimismo dos mercados asiáticos também foi alimentado pela divulgação do PIB chinês do terceiro trimestre, que anualizado mostrou crescimento do 9,1% contra esperado de alta em 9,3%, e abaixo dos 9,5% registrados no segundo trimestre. Conforme previsto pelo mercado, a desaceleração da economia chinesa está em curso, causada pelas medidas do governo para controlar a inflação e também pela desaceleração global. Porém, pelo menos por enquanto a desaceleração não vem sendo brusca como muitos temiam, não sendo portanto o pior cenário esperado.
Destaques Agenda
Na agenda norte-americana, às 10h30 será divulgado o índice de preços ao produtor de setembro, que na variação mensal é esperado alta de 0,2% na comparação anual o esperado é de alta em 6,4%. Para o núcleo do índice o esperado pelo mercado é de alta em 0,1% na comparação mensal, já na comparação anual o esperado é de alta em 2,4%. Às 11h será divulgado o fluxo de compra e vendas de ativos de longo prazo em agosto, com esperado pelo mercado em -US$20,0 bilhões. Às 12h será divulgado o índice de confiança das construtoras de casas de outubro, com esperado em 15. E às 15h15 o presidente do FED, Ben Bernanke, fará um discurso em Boston sobre os efeitos da recessão sobre as práticas do banco central norte-americano. Amanhã será divulgado as solicitações de empréstimos hipotecários, índice de preços ao consumidor, construção de casas novas e o Livro Bege. Na quinta-feira será divulgado os novos pedidos de seguro desemprego, seguro desemprego, indicadores antecedentes, índice de atividade do FED de Filadélfia e vendas de casas usadas. Na sexta-feira a agenda por lá é vazia sem nenhum indicador relevante a ser divulgado.
Na agenda local já foi divulgado o IPC da FIPE ate o dia 15 de outubro, que ficou em alta de 0,27% contra esperado de alta em 0,26%. Também já foi divulgado o IGP-10 desse mês que ficou em alta de 0,64% contra esperado de alta em 0,65%. Amanhã será divulgada a decisão do COPOM em relação à taxa de juros. Na quinta-feira conheceremos a segunda prévia do IGP-M e o IPCA-15 e na sexta-feira a agenda por aqui também é vazia.
Brasil
Mercados Ontem
O Ibovespa terminou pregão dessa segunda-feira em forte queda de 2,03%, aos 53.911 pontos, acompanhando o ritmo das bolsas internacionais, alcançando 55.021 pontos na máxima e 53.536 pontos em sua mínima do dia. O giro financeiro totalizou R$ 8,55 bilhões.
No mercado doméstico, a divulgação dos dados referentes ao IPC-S medido pela FGV acima das expectativas do mercado e o Relatório Focus, apresentando aumento do IPCA em 2011 e queda do PIB no início da manhã, juntamente com o vencimento de opções de ações, levaram a bolsa brasileira a iniciar a semana em forte volatilidade. Já no cenário externo, as preocupações acerca do agravamento da crise europeia, após o pronunciamento do ministro de finanças alemão durante a manhã, contribuíram para que as ações registrassem perdas generalizadas no pregão de hoje.
Entre as principais blue chips da bolsa, Vale PN e Petrobrás PN encerraram o dia com sinais negativos, caminhando de mãos dadas à desvalorização das commodities no mercado internacional, apresentando uma queda de 3,51% e de 1,73%, respectivamente. Os papéis da mineradora brasileira ainda sofreram forte pressão provocada pelos boatos de que a companhia estaria oferecendo possíveis descontos nos minérios de ferro às siderúrgicas chinesas, agravando o recuo dos papéis no primeiro pregão da semana.
Fluxo Bovespa
Os investidores estrangeiros ingressaram no dia 13 de outubro, quinta-feira, R$ 101,76 milhões na Bovespa, quando o índice fechou em alta de 1,42%. Neste mês de outubro, os investimentos estrangeiros apresentam saldo negativo de R$ 460,41 milhões. No acumulado ano, os investimentos estrangeiros apresentam saldo negativo de R$ 820,54 milhões. Já os investidores Pessoa Física retiraram R$ 141,81 milhões na Bovespa no dia 13 de outubro. Neste mês, os investimentos de pessoas físicas apresentam déficit de R$ 360,33 milhões na Bovespa. No acumulado do ano, o saldo de pessoas físicas apresenta déficit de R$ 5,393 bilhões.
Mercados Hoje
Mercado local deverá reagir aos mercados internacionais, que segue com tom mais pessimista sobre a evolução da economia europeia, que não deverá ter um pacote salvador anunciado no próximo final de semana, também reagem às notícias de alerta da Moody's sobre o rating francês, e principalmente com a divulgação do PIB chinês, que desapontou o mercado mostrando desaceleração maior do que o previsto, esse último dado deverá impactar mais a nossa bolsa negativamente, principalmente as ações de empresas produtoras e exportadoras de commodities, entre elas as mineradoras listadas em bolsa.
} Brookfield - A incorporadora divulgou ontem (17) seus dados pré-operacionais relativos ao terceiro trimestre de 2011. De acordo com as informações, a Brookfield atingiu R$ 1,33 bilhão em vendas contratadas, valor 61% superior ao registrado no mesmo período do ano passado e 22,24% maior que o trimestre anterior, alcançando nos nove primeiros meses de 2011 um total de vendas de R$ 3,05 bilhões, equivalentes a 76% do guidance de vendas para 2011. O forte aumento no ritmo de vendas da companhia foi positivamente impactado pela comercialização do empreendimento "Brookfield Towers" por meio de uma operação que totalizou R$ 372,8 milhões durante o 3T11 Já em relação aos lançamentos, a companhia registrou R$ 913 milhões no 3T11, demonstrando uma alta de 22,3% pela comparação trimestral e 23% sobre os lançamentos atingidos no 3T10. Ao que se refere à velocidade de vendas da Brookfield, a companhia alcançou 32% no trimestre, valor 4 p.p superior ao 2T11. Consideramos a notícia positiva para os papéis da construtora.
} Eletrobrás - Segundo o jornal "Valor Econômico", a Eletrobrás se prepara para realizar uma captação de US$ 2,5 bilhões em bônus de 10 anos, no exterior, denominados em dólar, para o seu programa de investimentos. A Moodys atribuiu rating Baa2 para a proposta de emissão, enquanto que a Standard & Poor´s, BBB-. A notícia é de cunho informativo e não deve impactar sobre os preços dos ativos.
} Even - A companhia publicou hoje (18), antes da abertura dos mercados, a prévia de seu resultado operacional do 3T11. Segundo a Even, as vendas contratadas no trimestre apresentaram uma queda de 8,64% frente ao segundo trimestre desse ano, atingindo R$ 370 milhões, referente à comercialização dos empreendimentos pela construtora no período. Ao que se refere aos lançamentos durante o 3T11, a Even lançou seis novos empreendimentos no trimestre, alcançando um VGV de R$ 448 milhões, valor 47,6% inferior ao registrado pela incorporadora no mesmo trimestre do ano passado e 40,1% abaixo pela comparação trimestral. Em relação à velocidade de vendas da empresa, a Even encerrou o 3T11 com uma média de 25%, valor 9,1 p.p acima do alcançado pela companhia durante o 2T11 e 2 p.p abaixo do 3T10 . Acreditamos que a notícia seja negativa para os papéis da companhia no curto prazo, uma vez que a incorporadora têm apresentado um desempenho operacional durante o terceiro trimestre desse ano abaixo das demais construtoras do seu segmento.
} Eletrobrás - Segundo o jornal "Valor Econômico", a Eletrobrás se prepara para realizar uma captação de US$ 2,5 bilhões em bônus de 10 anos, no exterior, denominados em dólar, para o seu programa de investimentos.A Moodys atribuiu rating Baa2 para a proposta de emissão, enquanto que a Standard & Poor´s, BBB-. A notícia é de cunho informativo e não deve impactar sobre os preços dos ativos.
} JBS - Segundo uma notícia enviada pela "Bloomberg" hoje (17), o Ministério Publico Federal do estado do Mato Grosso enviou uma notificação ao frigorífico brasileiro referente à compra de bovinos criados por produtores localizados em propriedades irregulares inicialmente embargadas em 2010 pelo Instituo Brasileiro de Meio Ambiente. De acordo com o comunicado, a JBS terá 10 dias para tomar as providências necessárias para prestar explicações ao órgão público ao que se refere ao encaminhamento das operações do frigorífico. Apesar de a notícia carecer dados a respeito da quantidade de produtores embargados, acreditamos que a mesma seja negativa para os papéis da companhia.
} MRV - A MRV Engenharia divulgou sua prévia operacional do 3T11, segundo a companhia o VGV lançado atingiu R$ 1.448,7 milhões, valor que correspondeu a 44,67% do total acumulado em 2011. Essa quantia ficou 93% acima pela comparação trimestral e 40% maior se comparado com o mesmo período de 2010. Do ponto de vista da diversificação geográfica da companhia, na comparação com o trimestre anterior os lançamentos apresentaram um aumento médio de 173,1% nas principais regiões de atuação da incorporadora (SP, MG, ES e RJ), tal desempenho foi fortemente influenciado pelo aumento de 437% dos lançamentos em Espírito Santo e 205% no estado do Rio de Janeiro. Em relação às vendas contratadas, a MRV atingiu o montante de R$ 1.083,3 milhões, apresentando um acréscimo de 22% pela comparação anual. Já pela comparação trimestral, esse volume demonstrou um crescimento de 12%, permitindo a incorporadora o alcance de 64,0% do ponto médio de sua projeção de vendas para 2011. Acreditamos em um impacto marginalmente positivo para as ações da empresa, à medida que já era esperada uma recuperação nas vendas da companhia para o 3T11 juntamente com o menor impacto dos efeitos sazonais nos lançamentos da construtora no ano.
} Setor Aéreo - Segundo um relatório divulgado ontem (17/10) pela ANAC (Agência Nacional de Aviação civil), as companhias de aviação Gol e a TAM registraram em setembro uma participação de 38,87% e 38,22% dos voos do mercado doméstico brasileiro. Ainda segundo o estudo publicado, a demanda por voos domésticos apresentou um crescimento anual de 9,06%, enquanto que durante o acumulado dos nove meses de 2011 esse volume foi 18,52% acima em relação ao mesmo período do ano passado. Já ao que se refere aos voos para o exterior, a TAM ficou em primeiro lugar ao alcançar 88,55% do market-share de voos internacionais ofertados no Brasil, enquanto que a Gol registrou uma participação de 10% no mesmo mercado em setembro. Somado a isso, o presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Francisco Lemos, anunciou ontem (17/10) que os funcionários da Infraero aprovaram uma greve de 48 horas em reação ao modelo de privatização adotado pelo governo aos aeroportos, do qual prevê a priorização dos investimentos voltados para as áreas comerciais dos estabelecimentos em detrimento da continuidade de baixos investimentos na área de infraestrutura dos aeroportos. De acordo com o sindicato, os aeroportos afetados pela paralisação serão o de Guarulhos, Campinas e Brasília. Acreditamos que as informações a respeito do aumento da movimentação dos passageiros nos voos domésticos e manutenção do market-share das companhias aéreas seja neutro para os papéis do setor, avaliando com um leve viés negativo os papéis da Gol, que segundo a companhia registrou uma queda de 5,3% na receita unitária por passageiro transportado em setembro. Além disso, acreditamos que a notícia referente à greve programada nos aeroportos seja marginalmente negativa para as companhias do setor, devendo pressionar as cotações das ações do setor aéreo no curto prazo.
} Setor de Energia - De acordo com o jornal "Folha de São Paulo", uma juíza do Tribunal Regional de Brasília votou pela anulação do licenciamento ambiental da megausina de Belo Monte (PA), fato inédito desde a concessão da licença de construção em junho. Segundo a desembargadora, Selene Almeida, as populações de duas terras indígenas, Paquiçamba e Atata da Volta Grande do Xingu, não foram ouvidas, e a sobrevivência de ambas está comprometida, já que a vazão do rio irá se reduzir, até secá-lo. Caso um dos outros dois desembargadores vote com a relatora, o processo vai para o Supremo Tribunal Federal. O Ibama e a Advocacia-Geral da União argumentaram que os índios foram ouvidos pela Funai, durante o licenciamento da usina, e que não haverá obras nas duas terras indígenas. A notícia é negativa para as ações envolvidas no consórcio, principalmente para a Eletrobrás, principal acionista do consórcio Norte Energia (50%).
} Vale - De acordo com uma agência de notícias da China, "Economic Information Daily", a mineradora brasileira anunciou uma redução de 8,57% no preço do minério de ferro comercializado as siderúrgicas do país, reduzindo os preços de minério de ferro de US$ 175 por tonelada para US$ 160 por tonelada. Segundo o jornal, a queda nas cotações do preço do minério ofertado pela Vale aos chineses representa uma resposta às constantes solicitações do setor asiático por umareajuste no preço da commodity comercializada. A notícia é negativa para os papéis da Vale no curto prazo.
} ALL - Em comunicado veiculado ao mercado, a América Latina Logística S.A anunciou a prévia de volume e EBITDA para o terceiro trimestre de 2011, que apresentaram crescimento marginalmente positivo com relação ao ano passado. O EBITDA trimestral pro forma (que considera a criação da Brado Logística e da Ritmo Logística desde o 2T10 e 3T10, respectivamente), apresentou um aumentou 13,3% na comparação anual, partindo de R$ 378,5 milhões para R$ 428,9 milhões. O aumento foi devido ao crescimento no volume ferroviário de 9,6%, de 12.002 milhões de toneladas por quilômetro útil (TKU) para 13.151 milhões de TKU no ano seguinte. Além disso, o aumento de 58,6% no EBITDA da Brado Logística, alcançando R$ 12,5 milhões, compensou a redução de 14,3% no EBITDA da Ritmo, que totalizou R$ 7,2 milhões, acarretando neste aumento do EBITDA. Já com relação ao EBITDA pro forma de 9 meses, o resultado operacional da companhia aumentou 9,8%, de R$ 1,11 bilhão para R$ 1,22 bilhão. O volume das operações ferroviárias no Brasil aumentou 10,4% com relação ao trimestre anterior, de 11.034 milhões de TKU para 12.182 milhões, devido aos ganhos de participação de mercado e a melhora na produtividade, que aumentaram a capacidade total de transporte da malha ferroviária. Já na comparação dos últimos 9 meses, o volume expandiu 8,4%, de 29.354 milhões para 31.814 milhões de TKU. Na Argentina, os volumes permaneceram estáveis, alcançando 969 milhões de TKU no 3T11, enquanto que o EBITDA cresceu 19,2%, de R$ 8,1 milhões para R$ 9,6 milhões. No últimos 9 meses, o EBITDA cresceu 13,5%, de R$ 17,3 milhões para R$ 19,6 milhões, enquanto que os volumes aumentaram 1,1% no mesmo período. De uma forma geral, os resultados vieram marginalmente acima dos trimestres anteriores, devendo impactar ter um impacto marginalmente positivo no curto prazo.
} Renova - Segundo a "Agência Leia", o conselho de administração da Renova Energia aprovou a contratação de cinco financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 297,38 milhões. O recurso será destinado a 5 projetos; Candiba (R$ 27,9 milhões), Ilhéus (R$ 72,5 milhões), Igaporã (R$ 33 milhões), Licínio de Almeida (R$ 90,75 milhões) e Pindaí (73,15 milhões). A dívida bruta atual da companhia é de R$ 533 milhões e o caixa totaliza R$ 81 milhões, gerando um dívida líquida de R$ 452 milhões. A notícia é de cunho informativo e não deve impactar sobre os preços dos ativos.
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