O clima mais ameno nos mercados internacionais trouxe ânimo para as negociações e as cotações dos metais não ferrosos avançaram nesta semana. Dados positivos sobre a economia da China minimizaram os temores que o país entraria em uma tendência de desaceleração. Indicadores americanos também ficaram no centro das atenções dos agentes. Na Bolsa de Metais de Londres (LME) o cobre ganhou 5,84% no acumulado da semana. O alumínio, por sua vez, avançou 4,95%, enquanto o níquel registrou alta de 5,36%.
Ontem a China divulgou que, em dezembro, inflação desacelerou no país, tanto no varejo quanto no atacado. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do país subiu 4,1% na comparação com igual mês de 2010, menos que a alta de 4,2% apresentada em novembro. O Índice de Preços ao Produtor, por sua vez, saiu da alta de 2,7% em novembro, na comparação anual, para um aumento de 1,7% em dezembro. Muitos analistas acreditam que o compulsório bancário chinês será reduzido antes do feriado do Ano Novo Lunar, que começa dia 22.
Hoje, foi divulgado nos EUA o índice de confiança do consumidor americano. O dado preliminar de janeiro, medido pela Thomson Reuters e pela Universidade de Michigan, subiu para 74,0, de 69,9 ao fim de dezembro, e superou a previsão de alta para 72,0.O índice de avaliação das condições atuais aumentou de 79,6 para 82,6 e o de expectativas avançou de 63,6 para 68,4.
Ainda pressionam as cotações, por outro lado, as preocupações com a crise econômica da Europa. Os rumores de rebaixamento dos ratings soberanos de diversos países da zona do euro pela Standard and Poor's (S&P) voltaram a afetar o mercado. Há expectativa de que o comunicado da S&P saia ainda hoje, por volta das 18 horas (horário de Brasília). França e Áustria estariam na lista dos países cuja nota teria sido rebaixada, enquanto a Alemanha teria seu rating AAA mantido.
Nesta sexta-feira, o cobre encerrou a sessão com alta de 0,24%, fechando aos US$ 7.980,00 por tonelada métrica. O níquel ganhou 0,26%, encerrando as operações aos US$ 19.650,00 por tonelada métrica. O alumínio, por sua vez, apresentou recuo de 2,24%, aos US$ 2.140,00 por tonelada métrica.
(Vanessa Dezem | Valor)
Ontem a China divulgou que, em dezembro, inflação desacelerou no país, tanto no varejo quanto no atacado. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do país subiu 4,1% na comparação com igual mês de 2010, menos que a alta de 4,2% apresentada em novembro. O Índice de Preços ao Produtor, por sua vez, saiu da alta de 2,7% em novembro, na comparação anual, para um aumento de 1,7% em dezembro. Muitos analistas acreditam que o compulsório bancário chinês será reduzido antes do feriado do Ano Novo Lunar, que começa dia 22.
Hoje, foi divulgado nos EUA o índice de confiança do consumidor americano. O dado preliminar de janeiro, medido pela Thomson Reuters e pela Universidade de Michigan, subiu para 74,0, de 69,9 ao fim de dezembro, e superou a previsão de alta para 72,0.O índice de avaliação das condições atuais aumentou de 79,6 para 82,6 e o de expectativas avançou de 63,6 para 68,4.
Ainda pressionam as cotações, por outro lado, as preocupações com a crise econômica da Europa. Os rumores de rebaixamento dos ratings soberanos de diversos países da zona do euro pela Standard and Poor's (S&P) voltaram a afetar o mercado. Há expectativa de que o comunicado da S&P saia ainda hoje, por volta das 18 horas (horário de Brasília). França e Áustria estariam na lista dos países cuja nota teria sido rebaixada, enquanto a Alemanha teria seu rating AAA mantido.
Nesta sexta-feira, o cobre encerrou a sessão com alta de 0,24%, fechando aos US$ 7.980,00 por tonelada métrica. O níquel ganhou 0,26%, encerrando as operações aos US$ 19.650,00 por tonelada métrica. O alumínio, por sua vez, apresentou recuo de 2,24%, aos US$ 2.140,00 por tonelada métrica.
(Vanessa Dezem | Valor)
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