terça-feira, 1 de novembro de 2011

[Ceoinvest] Bom dia! Segue nosso informativo do dia 1/11

Mercados no Mundo

 

Mercados Ontem

 

O composto europeu Stoxx 600 encerrou em baixa de 2,22%, aos 243,48 pontos, influenciado pelos crescentes questionamentos dos investidores quanto à efetividade do plano de combate à crise da dívida europeia. Além disso, a elevação dos yields dos bônus de cinco anos da Itália e a intervenção do governo japonês para conter a valorização do iene, contribuíram para o aumento dos temores dos investidores.

 

As bolsas dos EUA fecharam o dia em queda, influenciadas principalmente pelas incertezas dos investidores quanto ao plano de resgate europeu, devido à falta de detalhes. Durante a sessão, alguns fatores contribuíram para o aumento das preocupações dos investidores quanto à fragilidade da economia mundial, a exemplo da intervenção do governo japonês no câmbio, a elevação dos yields dos bônus de cinco anos italianos, além do pedido de concordata da corretora norte-americana MF Global.

 

Mercados Hoje

 

Após um dia de fortes quedas ocorridas ontem (31/10), com investidores cada vez mais preocupados com a implementação e eficácia do pacote anunciado pelos líderes europeus, além da carência de detalhes e as lacunas no plano, hoje a aversão ao risco se intensificou, fazendo os mercados ampliem as quedas de ontem, à frente da reunião do G-20 na França, que começa na quinta-feira (03). O composto europeu recuava 3,48%, liderado pelo setor financeiro, que apresentava queda superior a 6%. Os futuros do S&P operavam em queda de 2,0%.

 

A aversão ao risco nos mercados hoje possui duas vertentes principais, Grécia e China. Em relação à Grécia, o primeiro ministro do país George Papandreou, inesperadamente irá convocar um referendo sobre o novo pacote de ajuda ao país proposto pela União Europeia na semana passada, para que o país receba o pacote, mais medidas de austeridades terão que ser impostas, e caso a população rejeite esse novo pacote de ajuda, a possibilidade de o país dar default em sua dívida, e até mesmo sair da zona do euro aumenta. Além disso, o primeiro-ministro está pedindo mais um voto de confiança para o parlamento grego, que começará amanhã e deverá ir até o dia 04/11 à noite. Todo esse cenário abre espaço inclusive para que novas eleições ocorram no país, deixando o cenário político e econômico grego ainda mais complicado. 

 

Em relação à China, ontem a noite foi divulgado o índice de atividade industrial PMI de outubro, que ficou em 50,4 contra esperado pelo mercado em 51,8. Sendo esse o pior resultado para o país desde fevereiro de 2009. O PMI abaixo do esperado, e bastante próximo à zona de retração da atividade, que é o índice abaixo de 50, sugere que as chances de uma desaceleração mais forte da economia do país aumentaram, trazendo mais cautela e pessimismo ao mercado. Com esses dois cenários negativos, as commodities também estão sendo duramente impactadas. O petróleo recuava 2,80% em Nova York, enquanto o cobre caía mais de 3,5%. O Euro em relação ao dólar também apresentava perdas, em queda de 1,1% aos 1,370.

 

No campo das divulgações econômicas, no Reino Unido foi divulgado o PMI industrial de outubro, que ficou em 47,4 contra esperado pelo mercado em 50,0. A leitura preliminar do PIB do terceiro trimestre do país ficou em alta de 0,5% contra esperado de alta em 0,3% na comparação trimestral. Na comparação anual, o índice também mostrou avanço de 0,5% contra esperado de alta em 0,4%.

 

Fechamento Ásia

 

Mercados asiáticos fecharam novamente no terreno negativo. Investidores seguem temerosos com o anúncio de um referendo na Grécia sobre o último plano de resgate da EU para o país, pois assim, as chances do país dar default na dívida aumentam, colocando em risco a eficácia do pacote proposto ao país. Além disso, na China foi divulgado o um índice de atividade industrial. O PMI de outubro ficou em 50,4, abaixo dos 51,8 esperados pelo mercado, sendo essa a menor expansão da atividade do país desde fevereiro de 2009. Esse número traz um alerta sobre uma maior desaceleração da economia local, porém adiciona mais pressão e esperanças para que o governo volte a incentivar o crescimento do país. Com esse mix de expectativas, o composto da região encerrou a sessão em queda de 2,11%.

 

Destaques Agenda

 

Na agenda norte-americana, serão divulgados às 12h os gastos com construção de setembro, com esperado de alta em 0,3%. No mesmo horário, será divulgado o ISM industrial de outubro, com esperado em 52,0. E após o mercado, às 19h, serão divulgadas as vendas de veículos de outubro. Amanhã (02) serão divulgadas as solicitações de empréstimos hipotecários, dados da ADP e a decisão do FOMC. Na quinta-feira (03) serão divulgados os novos pedidos de seguro desemprego, ISM de serviços e pedidos de fábricas. E na sexta-feira (04), para fechar a semana, serão divulgados os dados do payroll

 

Na agenda local, já foi divulgado a produção industrial de setembro, que ficou em queda de 2,0% contra esperado de queda em 1,2% na comparação mensal. Às 11h será divulgado os dados da balança comercial, com esperado de superávit em US$ 1,000 bilhão. Amanhã por ser feriado nacional não haverá agenda, na quinta-feira será divulgado o IPC da FIPE e para fechar a semana na sexta-feira será divulgado os dados da Anfavea de outubro.

 

Brasil

 

Mercados Ontem

 

O Ibovespa terminou a sessão em baixa de 1,97%, aos 58.338 pontos, com máxima aos 59.512 pontos e mínima aos 58.093 pontos, totalizando um giro financeiro de R$ 6,02 bilhões.

 

O mercado brasileiro em um dia de fraca agenda econômica local seguiu a tendência das bolsas internacionais. A falta de clareza quanto ao plano de combate a crise da Europa, somado às demonstrações de fragilidade da Itália, cujos yields de seus bônus de 5 cinco anos atingiram patamar bastante elevado, e a necessidade de intervenção do governo japonês para deter a valorização do iene, definiram o tom pessimista dos mercados globais. Além disso, o pedido de concordata da corretora norte-americana MF Global, a qual foi fortemente impactada pela crise europeia, ampliou os temores dos investidores.

 

As principais blue chips brasileiras fecharam em queda, acompanhando o recuo das commodities negociadas no mercado internacional. As ações ON e PNA da Vale tiveram baixas de 2,00% e 2,11%, respectivamente. Já os papéis PN da Petrobrás recuaram 1,20%, enquanto os ON tiveram queda de 0,86%.

 

Fluxo Bovespa

 

Os investidores estrangeiros ingressaram no dia 27 de outubro, quinta-feira, R$ 303,22 milhões na Bovespa, sexto dia consecutivo de ingressos de recursos, quando o índice fechou em alta de 3,72%. Neste mês de outubro, os investimentos estrangeiros voltaram ao terreno positivo após este ingresso, com superávit de R$ 129,77 milhões. No acumulado ano, os investimentos estrangeiros apresentam saldo negativo de R$ 230,35 milhões. Já os investidores Pessoa Física retiraram R$ 732,232 milhões na Bovespa no dia 27 de outubro. Neste mês, os investimentos de pessoas físicas apresentam déficit de R$ 1,723 Bilhões na Bovespa, maior déficit mensal atingido no ano. No acumulado do ano, o saldo de pessoas físicas apresenta déficit de R$ 6,756 bilhões.

 

Mercados Hoje

 

Mercado local deverá reagir negativamente às mais recentes notícias vindas da Europa e também da Ásia, com o novo movimento político do primeiro-ministro grego, George Papandreou, assim como a divulgação do PMI chinês, que ficou abaixo do esperado pelo mercado, dando mais um golpe nas commodities, que também deverá atingir o nosso mercado.

 

}  São Martinho - Segundo um fato relevante publicado ontem (31/10) pela companhia, o conselho de administração do Grupo São Martinho aprovou a compra de 32,18% da "Usina Santa Cruz", instalação localizada no interior de São Paulo cuja capacidade de moagem é de quatro milhões de toneladas de cana-de-açúcar anuais, e também a aquisição de 17,97% da empresa "Agropecuária Boa Vista S/A", holding detentora das terras onde estão localizadas as instalações e plantações de cana-de-açúcar da Santa Cruz, por meio de uma operação que totalizou R$ 187,4 milhões. De acordo com o presidente da São Martinho, Fábio Venturelli, o valor desembolsado para as aquisições das companhias será pago em até três parcelas, dos quais R$ 59,4 milhões (ou 31,36% do montante) serão saldados na assinatura do acordo, enquanto que o restante deverá ser desembolsado em até dois anos. Além disso, o executivo destacou que espera "ganhos significativos" na redução dos custos envolvendo as sinergias nos segmentos de corte, carregamento e plantio de cana-de-açúcar, das quais correspondem por aproximadamente 75% dos custos de produção da companhia após a conclusão do acordo. As informações são marginalmente positivas para as ações da São Martinho.

 

}  Setor Aéreo - De acordo com um estudo publicado pela "Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA)", o fluxo de passageiros em voos domésticos no Brasil apresentou uma expansão de 9% em setembro frente ao mesmo mês do ano passado, apresentando um crescimento levemente abaixo da média alcançada na América Latina, da qual registrou um aumento de 10,6% no transporte doméstico da região. Em uma nota divulgada pela instituição, apesar do crescimento do fluxo de passageiros brasileiros ter registrado seu vigésimo oitavo mês consecutivo de alta, a taxa mensal apresentada é a menor desde maio de 2009.  Acreditamos que a notícia seja de cunho informativo, não devendo impactar sobre os papéis das empresas do setor.

 

}  Vale - De acordo com notícia vinculada ao jornal O Estado de S. Paulo, a Vale teria cedido à pressão dos clientes chineses e aberto mais um modelo de pagamento que leva em conta as cotações futuras do minério de ferro. Neste novo modelo, caso a média dos preços do minério no mercado seja menor que o preço do valor preliminar estipulado no contrato de longo prazo, o cliente terá um desconto proporcional, e caso a média seja superior, a Vale cobrará a diferença. Os antigos contratos continuarão para os clientes que não desejarem a nova metodologia. O preço no mercado spot seria uma terceira opção, mas não vale para os contratos de longo prazo, onde o objetivo é ter a segurança de disponibilidade do produto para fornecimento. De acordo com o presidente da companhia, Murilo Ferreira, "nós vamos oferecer um cardápio maior, quem quiser pegar filé, come filé, que quiser pegar peixe, come peixe, mas não vale pedir peixe e querer comer filé". A notícia é marginalmente negativa para as ações da companhia, dado que a mesma esta cedendo a pressão de clientes após o diretor de vendas, José Carlos Martins, ter afirmado na semana passada que as regras a serem definidas para setor não poderiam mudar de acordo com o interesse dos compradores.

 

Resultados

 

}  Itaú Unibanco - A empresa publicou hoje (01), antes da abertura dos mercados, seus números referentes ao 3° trimestre de 2011, que, em linhas gerais vieram acima das expectativas do mercado. A receita líquida de intermediação financeira foi de R$ 29,3 bilhões, crescimento de 25,14% em relação ao mesmo período do ano passado, 25,14% superior ao trimestre anterior. Já as despesas com PDD totalizaram R$ 4,9 bilhões, aumento de 23,9 % na comparação anual e 2,6% inferior ao trimestre anterior. A despesa de provisão de devedores duvidosos totalizou 1,5% da carteira de crédito no terceiro trimestre de 2011, decréscimo de 0,1 p.p em relação ao trimestre anterior e praticamente em linha com o percentual divulgado no 3T10. O lucro líquido divulgado foi de R$ 3,8 bilhões, 5,6% acima do ano anterior, 25,4% superior na comparação trimestral, superando as estimativas do mercado em 25,5%, das quais totalizavam R$ 3,6 bilhões. Tal resultado foi influenciado pela expansão de 5,1% das receitas provenientes da administração de recursos de terceiros frente ao 2T11 e 5,2% maior se comparado com o 3T10. Além disso, as receitas com serviços financeiros apresentaram uma evolução positiva de 3,16% em relação ao trimestre anterior e 10,07% pela comparação anual, impulsionando o resultado da instituição. A companhia também destacou que o Índice de Basiléia atingiu 15,5%, valor 0,6 p.p maior em relação ao 2T11 e 0,2 p.p maior em relação ao ano passado. Além disso, o nível de inadimplência total alcançou 4,7% no terceiro trimestre de 2011, aumento de 0,2 p.p em relação ao trimestre anterior, principalmente devido ao crescimento do índice nas operações com pessoas físicas de 5,8 % para 6,3%, na comparação trimestral, enquanto que a inadimplência pertencente à parcela de pessoas jurídicas permaneceu inalterada. Somado a isso, o Itaú anunciou a pouco a aprovação de um programa de recompra de ações equivalentes a 2,5% do free-float das ações PN da instituição, ou 56,7 milhões de papéis preferenciais e 4,18% das ações ON do banco no período de 4 de nov/11 até 5 de Nov/12 a preço de mercado. Em linhas gerais, os números apresentados vieram acima das expectativas do mercado devendo trazer um impacto positivo para as ações do Itaú Unibanco.

 

 

}  TIM - A companhia divulgou ontem (31) seus resultados referentes ao 3º trimestre de 2011, que de uma forma geral, vieram em linha com as expectativas do mercado. A receita líquida totalizou R$ 4,371 bilhões, aumento de 18,89% com relação ao mesmo período do ano passado, 2,81% acima do trimestre anterior e 1,58% acima das expectativas do mercado, que totalizaram R$ 4,303 bilhões. O crescimento do faturamento líquido se deve principalmente ao aumento da receita bruta de serviços, que representa 88,8% da receita bruta total e apresentou expansão de 19,4% na comparação anual. Este crescimento, por sua vez, pode ser explicado pelo aumento anual de 26,1% no total de assinantes (crescimento de 27,3% do pré-pago e 19,6% no pós-pago), em grande parte alavancado pelos planos Infinity Pré (pré-pago) e Liberty (pós-pago). O EBITDA totalizou R$ 1,152 bilhão, aumento de 11,33% na comparação anual, crescimento de 1,25% com relação ao trimestre anterior e 1,01% acima das expectativas do mercado, que totalizaram R$ 1,140 bilhão. Já o lucro líquido foi de R$ 316,6 milhões, aumento de 116,11% com relação ao mesmo período do ano passado, 9,54% abaixo do trimestre anterior e 1,41% abaixo das expectativas do mercado, que foram de R$ 321,1 milhões. A melhora no lucro líquido da companhia na comparação anual se deve principalmente a redução da despesa com amortização, que diminuíram 26,5%, totalizando R$ 284,93 milhões neste período. O destaque positivo ficou por conta da liderança na adição bruta de assinantes no trimestre, que apresentou aumento de 10,2 milhões de linhas, representando um recorde para um trimestre e resultando em uma adição líquida de 3,7 milhões de linhas. A companhia ainda destacou que a dívida bruta atingiu R$ 3,588 bilhões, aumento de 4,06% na comparação anual, resultado de novos empréstimos de US$ 220 milhões. De acordo com a empresa, 76% do total estão em contratos de longo prazo e 33% em moeda estrangeira (USD), protegida através de instrumentos de hedge. De uma forma geral, os números apresentados foram sólidos, mas vieram em linha com as expectativas do mercado, devendo ter um impacto neutro/marginalmente positivo sobre os ativos da companhia. Aguardaremos o conference call, a ser realizado hoje (1) para maiores detalhes.

 

 

}  Souza Cruz - A companhia publicou ontem (31), após o fechamento do pregão, seus resultados referentes ao 3º trimestre de 2011, que em linhas gerais vieram marginalmente acima das expectativas do mercado.  A receita líquida foi de R$ 1,471 bilhão, redução de 2,20% com relação ao mesmo período do ano passado, 11,10% superior ao trimestre anterior e 6,92% acima das expectativas do mercado, que totalizaram R$ 1,376 bilhão. No acumulado dos últimos 9 meses, a receita líquida totalizou R$ 4,150 bilhões, aumento de 2,05% com relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a companhia, o faturamento foi influenciado pelos maiores preços dos cigarros e pelo maior volume de fumo exportados, impacto parcialmente reduzido pela variação cambial e pela queda no volume de vendas de 1,4% nos últimos 9 meses com relação ao mesmo período do ano passado. Neste período, as exportações de fumo foram 11,9% superiores ao período de janeiro a setembro de 2010, totalizando 73,1 mil toneladas. A companhia ainda destacou a redução de 9,3% no volume de vendas da marca Derby e o aumento de 10,7% e 3% no volume de vendas das marcas Dunhill e Free. O EBITDA do 3º trimestre de 2011 totalizou R$ 618,4 milhões, aumento de 5,82% com relação ao ano passado, 7,72% superior ao trimestre passado e 5,35% acima das expectativas do mercado, que totalizaram R$ 587 milhões. Já o EBITDA acumulado do ano totalizou R$ 1,818 bilhão, aumento de 13,09% na comparação anual, resultando em um crescimento da margem EBITDA no acumulado do ano de 4,28 p.p. O lucro líquido trimestral foi de R$ 407,1 milhões, crescimento de 1,37% com relação ao mesmo período do ano passado, 10,56% acima do trimestre anterior e 9% superior as expectativas do mercado, que totalizaram R$ 373,5 milhões. Com relação ao acumulado dos últimos 9 meses, o lucro líquido somou R$ 1,190 bilhão, crescimento de 7,45% na comparação anual, totalizando uma expansão da margem líquida de 1,44%. Em linhas gerais, os números apresentados pela companhia vieram marginalmente acima das expectativas do mercado, devendo ter um impacto marginalmente positivos sobre os papéis da companhia. Aguardaremos o conference call a ser realizado hoje (1) para maiores informações.

 

 

}  Cielo - A companhia divulgou ontem (31) após o fechamento do pregão seus resultados operacionais do 3T11, que em linhas gerais vieram abaixo das expectativas do mercado. Segundo o comunicado, a receita líquida totalizou R$ 1,05 bilhão no trimestre, valor 2,4% acima pela comparação anual e 7,4% maior que o registrado pela Cielo no trimestre anterior, frustrando as estimativas do mercado em 9,7% que esperavam por um faturamento líquido de R$ 1,17 bilhão. O crescimento de 10,9% frente ao 3T10 e de 10,6% com base no trimestre anterior referente às receitas obtidas pelas transações envolvendo os cartões de débito da companhia, contribuiu positivamente para o aumento do faturamento da Cielo no trimestre. Além disso, o aumento das receitas adquiridas pelas comissões nos cartões da empresa, das quais totalizaram R$ 823,1 milhões, ou 77,9% da receita do período, registraram leve alta de 1,3% frente ao mesmo período de 2010 e 9% acima do valor divulgado no 2T11, impulsionando a receita da Cielo durante o período. Ao que se refere ao EBITDA, a empresa terminou o trimestre com R$ 586,5 milhões, apresentando um forte recuo de 10,4% pela comparação anual e leve alta de 1,05% pela comparação trimestral, valor bem aquém das expectativas do mercado. O crescimento da despesa financeira que atingiu R$ 144,5 milhões, valor 37,4% maior do que o divulgado na mesma base do ano anterior e 26,3% superior ao 2T11, associado ao aumento da depreciação dos equipamentos adquiridos no 2T11 com terminais wireless, cujo valor agregado é maior gerou um crescimento de R$ 2,8 milhões de despesas de depreciação da Cielo, afetando negativamente o EBITDA do período. Já em relação ao lucro líquido, a companhia alcançou R$ 457,6 milhões, queda de 6,2% sobre o mesmo trimestre ao ano anterior e 8,03% maior pela comparação trimestral.  O forte aumento nas despesas operacionais, que aumentaram para R$ 165,8 milhões no 3T11, apresentando um crescimento de 52,3% pela comparação anual e 39,1% acima do 2T11, foi principalmente influenciado pela expansão nos gastos relativos à campanhas publicitárias e aumento do quadro de funcionários da Cielo , afetando fortemente o resultado pela comparação anual. Acreditamos que as informações tenham um impacto marginalmente negativo para as ações da empresa.

 

 

 

 

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