Outros fatores também geraram impacto nas contas da Telebrás, como o acréscimo das despesas de provisão relacionadas às contingências judiciais da empresa, no valor de R$ 17,3 milhões. Houve também o incremento da folha de pagamentos e seus encargos sociais em decorrência do retorno de pessoal próprio cedido pela Telebrás e da contratação de pessoal.
A Telebrás informou ainda que as receitas com as aplicações financeiras, por enquanto, e até que se iniciem as operações da empresa, constituem a única fonte de recursos após a cisão ocorrida em 22 de maio de 1998, e que esses recursos "têm sido suficientes para a manutenção de seu funcionamento". Em decorrência da permanência de prejuízos acumulados, não foram feitas provisões para pagamento de dividendos aos acionistas e participação nos lucros aos empregados.
Ao fim de 2010, a estatal contabilizava um patrimônio líquido negativo de R$ 22,3 milhões, decorrente principalmente da apropriação de despesas administrativas necessárias ao seu funcionamento e sua reestruturação para a implantação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), bem como de provisões e encargos financeiros referentes a contingências judiciais. Essa situação repete o que foi registrado em anos anteriores, segundo a companhia, uma vez que, desde o início do processo de privatização, a Telebrás não gerou receitas operacionais.
link de origem da reportagem: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,telebras-registra-prejuizo-de-r-138-milhoes-em-2010,59184,0.htm
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