Fechamento no mundo
O composto europeu, Stoxx 600, fechou em queda de 4,77%, aos 226,70 pontos, influenciado negativamente pela redução das estimativas do Morgan Stanley e Goldman Sachs em relação ao crescimento da economia global, devido ao baixo crescimento do PIB das economias norte-americana e européia. Além disso, a divulgação de dados macroeconômicos norte-americanos acentuou a queda das bolsas da região, repercutindo principalmente sobre os papéis dos bancos e de empresas dos setores cíclicos.
As bolsas norte-americanas terminaram o dia em forte baixa, devido à decepção dos investidores quanto à divulgação de diversos indicadores macroeconômicos e à revisão para baixo das estimativas do crescimento das principais economias mundiais. Entre os destaques negativos da agenda macroeconômica, pode-se destacar os dados referentes à inflação, pedidos de auxílio desemprego e o índice de atividade industrial da Filadélfia, medido pelo FED, que vieram aquém das expectativas do mercado.
Fechamento no Brasil
O Ibovespa fechou o pregão em baixa de 3,52%, aos 53.134 pontos, com mínima de 52.246 pontos, e máxima de 55.037 pontos, totalizando um giro financeiro de R$ 6,93 bilhões.
A bolsa brasileira iniciou a sessão em queda, em função do cenário externo, influenciado pela revisão das projeções de crescimento das principais economias mundiais e pela divulgação de dados macroeconômicos norte-americanos, mas conseguindo recuperar parte das perdas no fim do pregão.
As principais blue chips brasileiras fecharam o dia com fortes perdas, acompanhando a queda dos preços das commodities no mercado internacional. Os papéis ON e PN da Petrobrás apresentaram queda de 3,90% e 2,73%, respectivamente, enquanto que as ações ON e PN da Vale desvalorizaram 5,02% e 4,96%.
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