sexta-feira, 11 de março de 2011

IPC-Fipe marca segunda desaceleração consecutiva

 

Principais Índices

Grupo 1ª leitura Março 4ª leitura Fevereiro
Habitação +0,58% +0,72%
Alimentação -0,39% -0,17%
Transportes +0,89% +1,16%
Despesas Pessoais +1,12% +1,24%
Saúde +0,69% +0,72%
Vestuário +0,16% -0,03%
Educação +0,19% +0,32%
Índice Geral +0,44% +0,60%
A exceção fica por conta do grupo Vestuário que havia apresentado discreta deflação de 0,03% no mês passado e trouxe uma alta de 0,16% neste mês

A exceção fica por conta do grupo Vestuário que havia apresentado discreta deflação de 0,03% no mês passado e trouxe uma alta de 0,16% neste mês

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apontou alta de 0,44% nos preços praticados em São Paulo durante as últimas quatro semanas encerradas na primeira semana de março.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11/3) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Segundo a Fundação, apenas um dos sete grupos avaliados apresentou deflação. Alimentação trouxe queda de 0,39% nos preços avaliados na capital.

O setor de Despesas Pessoais apresentou a alta mais expressiva nos preços, com variação positiva de 1,12% nos valores praticados no mercado. Em fevereiro, o grupo havia apresentado alta de 1,24% nos preços.

O grupo Transporters também apresentou alta significativa nos preços, com aceleração de 0,89% nos preços. Em fevereiro, a variação havia sido de 1,16%.

A classe de despesa Saúde recuou de uma alta de 0,72% nos preços de fevereiro para uma aceleração de 0,69% na primeira quadrissemana de março.

Os grupos Habitação e Educação também apresentaram recuo frente o resultado do mês de fevereiro. Respectivamente, as altas doram de 0,58% e 0,19% contra 0,72% e 0,32% na última quadrissemana.

A exceção fica por conta do item Vestuário que havia apresentado discreta deflação de 0,03% no mês passado e trouxe uma alta de 0,16% neste mês.

Metodologia

A Fipe calcula a cada semana a variação de preços para o consumidor do município de São Paulo, considerando pessoas que ganham de um a 20 salários mínimos.

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