Variações
| Grupo | Fevereiro | Janeiro |
| Alimentação e Bebidas | +0,57% | +1,21% |
| Vestuário | +0,13% | +0,83% |
| Despesas Pessoais | +1,17% | +0,74% |
| Educação | +5,88% | +0,27% |
| Saúde | +0,52% | +0,35% |
| Habitação | +0,28% | +0,60% |
| Transportes | +1,04% | +0,89% |
| Comunicação | +0,24% | +0,23% |
| Artigos de Residência | -0,13% | +0,58% |
| Índice Geral | +0,97% | +0,76% |
O grupo Educação teve alta de 5,88% e respondeu por 43% do IPCA
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22/2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A alta nas mensalidades de cursos de ensino formal, de 6,41%, foi responsável pela maior pressão no indicador deste mês. Com isso, o grupo Educação teve alta de 5,88% e respondeu por 43% do IPCA.
A aceleração no índice também reflete aumentos no grupo Transportes, que passou de 0,89% em janeiro para 1,04% em fevereiro. O IBGE registrou aumento de tarifas nos ônibus urbanos nas regiões metropolitanas de São Paulo (7,53%), Recife (6,29%), Salvador (5,04%), Belo Horizonte (2,94%) e Porto Alegre (1,22%).
No sentido contrário, os alimentos tiveram rápida desaceleração, passando de 1,21% em janeiro para 0,57% em fevereiro. O principal motivo foi o recuo nas carnes, cujo preço caiu 1,87% no mês. Também tiveram queda de preços o o feijão carioca (-11,66%), o arroz (-1,38%) e o frango (-1,17%).
Os grupos Habitação (de 0,60% em janeiro para 0,28% em fevereiro), Vestuário (de 0,83% para 0,13%) e Artigos de Residência (de 0,58% para -0,13%) também apresentaram redução nas taxas de variação.
Dentre as capitais, a maior alta de preços ocorreu em São Paulo (1,23%), principalmente devido à alta nas passagens de ônibus. O menor foi o índice de Fortaleza (0,39%).
Fonte: Brasil Econômico
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