sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Governo penaliza exportadoras ao "ressucitar" imposto para uso do espelho d'água. Vale, CSN, Fibria dentre outras são prejudicadas

Companhias como Vale (VALE3, VALE5), CSN (CSNA3) e Fibria (FIBR3) terão que pagar um tributo pelo uso do espelho d"água em portos, marinas, estaleiros e plataformas.

O governo federal decidiu ressuscitar um decreto-lei de 1946 para iniciar a cobrança. A expectativa é que cerca de 200 portos de uso privativo terão de regularizar a situação nos próximos seis meses, segundo dados da SPU (Secretaria do Patrimônio da União).

Ainda não se sabe, porém, quanto a taxação do espelho d"água vai render aos cofres da União. Os investimentos em portos são elevados, alguns superiores a R$ 1 bilhão. A taxa será calculada com base numa fórmula que considera exatamente o valor do investimento feito no terminal - ou seja, a arrecadação tende a ser alta.

No entanto, algumas empresas estão aguardando para tentar derrubar a decisão nos próximos meses, mesmo que isso represente adiar investimentos. Para aprovar qualquer projeto de expansão, as companhias precisam da licença da SPU e, portanto, têm de pagar a taxa.

A notícia é um dos principais destaques da imprensa nesta sexta-feira (11).

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